Como precificar seus produtos sem ter prejuízo escondido
O erro de precificação mais comum entre pequenos negócios, e uma fórmula simples para garantir que cada venda realmente dá lucro.
Um dos erros mais silenciosos — e mais caros — de quem administra um pequeno negócio é precificar olhando só para o custo do produto. O resultado: a loja vende bem, o caixa gira, mas no fim do mês sobra pouco (ou nada).
Por que "preço de custo + uma margem qualquer" não funciona
Se você só soma o custo do produto e adiciona uma margem "no olho", provavelmente está esquecendo de embutir no preço: aluguel, energia, salários, taxas de cartão, impostos e a parcela de produtos que estragam, saem de moda ou não vendem.
Uma fórmula simples para começar
- Custo direto do produto: quanto você paga pelo produto ou pelo material + mão de obra para produzi-lo.
- Rateio das despesas fixas: some aluguel, contas, salários e outras despesas fixas do mês, e divida pela quantidade média de produtos vendidos no mês. Esse valor por unidade também entra no preço.
- Impostos: o percentual que você paga sobre a venda (varia conforme seu regime tributário).
- Margem de lucro desejada: o que você quer que sobre de verdade, depois de tudo isso.
Preço de venda = (Custo direto + Rateio de despesas fixas) ÷ (1 − % impostos − % margem desejada)
Não tem certeza se seus preços cobrem tudo?
Fala com a gente — o dashboard financeiro do PoliDados te mostra a margem real de cada venda.
Quero ajuda para revisar meus preçosPor que fazer essa conta na mão fica difícil de manter
O problema não é calcular uma vez — é manter esse cálculo atualizado conforme o custo do fornecedor muda, o aluguel reajusta, ou você decide vender um produto novo. É exatamente para isso que existe o dashboard financeiro de um sistema de gestão: ele recalcula sua margem real a cada venda, sem depender de planilha manual desatualizada.
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